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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

** Travessia Joatinga - Confirmada - Fevereiro 2011 **



 

** Travessia Joatinga - Confirmada - Fevereiro **

Reunir a riqueza da Mata Atlântica a um mar de águas cristalinas, só o extremo litoral sul do estado do Rio de Janeiro, também conhecido por Costa Verde, consegue fazer tão bem. E esse paraíso fica ainda mais completo quando você une história e cultura num só lugar. É essa mistura que compõe a beleza da travessia da Ponta da Joatinga, que vai de Parati até a Vila de Laranjeiras, próxima à Trindade.


DURAÇÃO: 3 DIAS
NÍVEL: PESADO
DATA: 25, 26 e 27 de Fevereiro de 2011
PARTICIPAÇÃO: 14 INTEGRANTES - Não haverá 2ª Van


AS INFORMAÇÕES ESTÃO NO SITE: trilhasdoriodejaneiro.com

Recomendamos e Usamos: 
CURTLO = Mochilas e Acessórios
www.curtlo.com.br


*** 13 de Fevereiro - Pedra Bonita - Domingo ***






*** PEDRA BONITA ***
Floresta da Tijuca - Setor C


Possibilidade de Por do Sol em uma bas mais belas Trilhas do Rio de Janeiro®

NÍVEL: Moderado.
TEMPO DE SUBIDA: 01:27



PONTO DE ENCONTRO: Praça São Francisco Xavier (metrô), ao lado da banca Amarela.
HORÁRIO DE SAÍDA: 16:15


PONTO DE ENCONTRO:
Chafariz - Praça Afonso Viseu - Pracinha do Alto da Boa Vista
HORÁRIO DE SAÍDA: 17:00

PARTICIPANTES = 20

O QUE LEVAR: (sugestões):
----> Mochila de tamanho suficiente para seus pertences;
----> 1,5 litros de bebidas - Isotônicos, água, suco;
----> Barras de cereal, biscoitos, sanduíches;
----> Óculos escuros, chapéu ou boné;
----> Repelente e protetor solar;
----> Kit de Primeiros Socorros;
----> Calçado para caminhada;
----> Roupa de banho;
----> Saco de lixo;

----> Lanterna.


VALOR: R$20,00 - Efetuar pagamento no Ponto de Encontro

---> Antes de se fazer qualquer ATIVIDADE FISICA é de extrema importância passar por uma AVALIAÇÃO MÉDICA.

---> Por mais leve que a trilha seja, sempre vai haver necessidade de se ter um bom condicionamento físico.




quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Dicas: Dengue x Floresta - Trilhas



  • Dengue x Floresta

Muitas pessoas receiam ir à floresta com medo de contrair o dengue. Imaginam que lá seria o local ideal para ser picado pelo mosquito transmissor da doença que já causa pânico na população e com muita razão, pois o mosquito parece aumentar o seu poderio a cada ano.

Mas se no meio urbano isso acontece, nós que estamos sempre em contato com a natureza sabemos que esse risco é muito pequeno, pois são até raros os casos de dengue nos praticantes de caminhadas junto à natureza.

A explicação para isso acontecer é que alguns animais da floresta fazem o controle biológico do mosquito, sendo alguns, verdadeiros protetores do homem, que podem ser facilmente atraídos para junto de nossas casas.

Os focos do mosquito, que é urbano, estão quase sempre dentro de casa. Um foco é suficiente para a contaminação de várias residências.

Plantas podem atrair ou repelir os mosquitos. As bromélias, por exemplo, são plantas próprias para a criação de mosquitos, devemos afastá-las das casas, ou cercá-las com telas, ou melhor, deixá-las na natureza que é o seu melhor lugar.

O problema não se resolve simplesmente com a pulverização do carro “fumacê”, pois este acaba deixando um buraco na natureza, levando para a morte mosquitos, insetos diversos e predadores de insetos. O resultado é que o mosquito leva pouco tempo para crescer e os predadores muito mais tempo, propiciando mais ainda o aumento do número desses insetos.

Conhecendo-se os predadores, poderemos juntos combater mais eficazmente o mosquito e diminuir o dengue. Conheçam alguns deles.

Morcegos insetívoros - Moram em grandes colônias em grutas ou telhados de casas velhas, é inofensivo, não transmite a raiva, não ataca as pessoas e come milhares de insetos por noite. Voa junto às paredes, ocasião em que se nutre de diversos insetos junto às residências.

Andorinhas - Passam o dia se alimentando de insetos e dispensam qualquer apresentação, mas merecem um pequeno comentário: de que estão voltando a aparecer na nossa primavera depois de sumirem por algum tempo dos céus.

Maria-lavadeiras ou libélulas - prefere locais pantanosos onde se reproduz, mas é vista junto das piscinas e locais abertos, sem água, onde caça.

Lagartixa - Animal muito inofensivo e útil, é um incansável vigilante noturno das paredes das residências.

Pererecas, sapos e rãs - Vivem nas bromélias e na água, ou onde a umidade é constante. Apesar dos seus esforços, não conseguem ser muito eficientes, mas colaboram no que podem.

Peixes barrigudinhos, gupis e betas - São colocados em piscinas abandonadas, lagos e tanques para combater o mosquito comendo-lhes os ovos, caso o local esteja congestionado de plantas, eles não darão conta do trabalho, podendo mesmo na sua presença, haver foco de mosquitos.

Moscas caçadoras - Existem pelo menos dois tipos delas com comportamentos semelhantes; uma delas é verde-metálico, muito bonita, e insiste em ficar parada na nossa frente, ocasião em que está caçando e acaba levando um tapa nosso.

Estas moscas merecem todo o nosso carinho e atenção, assim como os demais animais citados aqui e toda a natureza de uma forma geral, que pagam pela nossa ignorância. Estas disputam entre si o melhor espaço para nos escoltar contra os mosquitos.

Beija-flores - Estes são os mais simpáticos e talvez os mais eficientes aliados contra o dengue nos perímetros urbanos.

O período crítico do dia para o ataque dos mosquitos é ao final da tarde, quando a “nuvem” de mosquitos após se reunirem se dispersam e invadem as residências. É nessa hora que os beija-flores costumam entrar em ação e acabam com a “nuvem” em segundos.

Adote a natureza como parceira, não mate qualquer animal sem saber porque ele vive, adote os parceiros citados acima, adote um beija-flor, ajude a combater o dengue e viver melhor.

Não esqueça de fazer a sua parte em casa.
Fonte: Instituto Terra Brasil

Dicas: Picada de Escorpiões e Aranhas - Trilhas

Escorpiões ou Aranhas:
 
Primeiros Socorros:
 
•  Lavar o local da picada de preferência com água e sabão;

•  Levar a vítima imediatamente ao serviço de saúde mais próximo para que possa receber o tratamento em tempo;

•  Se possível, levar o animal para identificação

 • Qualquer medicamento que seja deve ser receitado SOMENTE por MÉDICOS!


Postos de Atendimento

- Lourenço Jorge (Barra da Tijuca) 2431-1244 / 1818
Av. Ayrton Senna, 2000, Barra da Tijuca.

- Fundão (21) 2562-2562
Av. Brigadeiro Trompovsky, s/n. UFRJ - subsolo, sala SSNO2, Ilha do Fundão

- Inst Est de Infectologia São Sebastião (Caju) - 2580-8782
R. Carlos Seidel, Caju

- Hospital Estadual Pedro I (Santa Cruz) 2395-1202
Rua do Prado s/n - Santa Cruz

- Antonio Pedro (Niteroi) 2717-0148
R. Marques do Parana, 303 - Centro
 


Dicas: Picada de Abelhas ou Vespas - Trilhas

Abelhas ou Vespas:
 
Primeiros Socorros:
 
•  Em caso de acidente, provocado por múltiplas picadas de abelhas ou vespas, levar o acidentado  rapidamente ao hospital e alguns dos insetos, se possível, que provocaram o acidente.

•  A remoção dos ferrões pode ser feita raspando-se com lâminas,  evitando-se retirá-los com pinças, pois provocam a compressão dos reservatórios de veneno, o que resulta na inoculação do veneno ainda existente no ferrão.

 • Qualquer medicamento que seja deve ser receitado SOMENTE por MÉDICOS!



Postos de Atendimento

- Lourenço Jorge (Barra da Tijuca) 2431-1244 / 1818
Av. Ayrton Senna, 2000, Barra da Tijuca.

- Fundão (21) 2562-2562
Av. Brigadeiro Trompovsky, s/n. UFRJ - subsolo, sala SSNO2, Ilha do Fundão

- Inst Est de Infectologia São Sebastião (Caju) - 2580-8782
R. Carlos Seidel, Caju

- Hospital Estadual Pedro I (Santa Cruz) 2395-1202
Rua do Prado s/n - Santa Cruz

- Antonio Pedro (Niteroi) 2717-0148
R. Marques do Parana, 303 - Centro


DICAS: Picada de Cobra - Trilhas

Picada de Cobra:
 
Primeiros Socorros:
 
•  Lavar o local da picada de preferência com água e sabão;

•  Não fazer torniquete: impedindo a circulação do sangue, você pode causar gangrena ou necrose;

•  Não furar, não cortar, não queimar, não espremer, não fazer sucção no local da ferida e nem aplicar folhas, pó de café ou terra sobre ela para não provocar infecção;

•  Não dar à vítima pinga, querosene, ou fumo, como é costume em algumas regiões do país;

•  Levar a vítima imediatamente ao serviço de saúde mais próximo para que possa receber o tratamento em tempo;

•  Levar, se possível, o animal agressor, mesmo morto, para facilitar o diagnóstico;

•  Lembrar que nenhum remédio caseiro substitui o soro antipeçonhento.

• Qualquer medicamento que seja deve ser receitado SOMENTE por MÉDICOS!


Postos de Atendimento

- Lourenço Jorge (Barra da Tijuca) 2431-1244 / 1818
Av. Ayrton Senna, 2000, Barra da Tijuca.

- Fundão (21) 2562-2562
Av. Brigadeiro Trompovsky, s/n. UFRJ - subsolo, sala SSNO2, Ilha do Fundão

- Inst Est de Infectologia São Sebastião (Caju) - 2580-8782
R. Carlos Seidel, Caju

- Hospital Estadual Pedro I (Santa Cruz) 2395-1202
Rua do Prado s/n - Santa Cruz

- Antonio Pedro (Niteroi) 2717-0148
R. Marques do Parana, 303 - Centro